domingo, 10 de abril de 2011

Eu "pubálgico" me confesso

O "estaminé" tem estado ao abandono pois na verdade não há muito para contar...

No dia a seguir à ultima vez que corri (23 de março) fui falar com um fisioterapeuta. A descrição que fiz dos sintomas não deixou dúvidas: pubalgia.

O tratamento que me foi "receitado" resume-se a um conjunto de exercícios que visam o reforço muscular dos abdominais e lombares e alongamentos dos adutores. As três primeiras sessões foram feitas na clínica do Benfica, as restantes (dia sim dia não) tenho feito em casa. Volto à clínica dia 13 para avaliar a evolução.

Para já, à pergunta "sentes-te melhor?" tenho de ser honesto e responder: nem por isso...e o que me chateia é que já tenho dúvidas que a coisa esteja solucionada a tempo de participar nos nacionais de veteranos de pista em princípios de junho.

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Cronologia:

12-fev: aparecimento dos primeiros sintomas

12 a 19 fev: semana de treino conforme planeamento apesar das queixas

20 a 26 fev: primeira semana de paragem

27-fev a 06-mar: semana de treino com queixas

07 a 20 mar: paragem

21-mar: treino de meros 4 km que confirma que as 2 semanas de repouso não tiveram 1qualquer efeito

22-mar até hoje: 20 dias parado / 8 sessões de exercícios de recuperação

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sexta-feira, 25 de março de 2011

Prova de esforço

Com uma prova de esforço marcada e eu lesionado...o que me valeu foi que, dos 18 minutos de "esforço", apenas 6 foram feitos a correr :-)

A título de curiosidade aqui ficam os dados:

Nível 0:
Em repouso
Frequência cardiaca (FC): 49 bpm
Tensão arterial (TA): 110/70

Nível 1:
3' a andar 2,7 km/h com inclinação de 10%
FC: 83 bpm
TA: 130/70

Nível 2:
3' a andar 4,0 km/h com inclinação de 12%
FC: 92 bpm
TA: 140/70

Nível 3:
3' a andar 5,4 km/h com inclinação de 14%
FC: 110 bpm
TA: 160/70

Nível 4:
3' a andar 6,7 km/h com inclinação de 16%
FC: 126 bpm
TA: 170/70

Nível 5:
3' a correr 8,0 km/h com inclinação de 18%
FC: 171 bpm
TA: 180/70

Nível 6:
3' a correr 8,8 km/h com inclinação de 20%
FC: 180 bpm
TA: 200/70

Desta vez não me armei em campeão. Quando vi que estava próximo da FC máxima teórica (184) disse que já chegava. A última que tinha feito, já há uns anos atrás, correu mal, fui em jejum (estupidez minha) e não disse nada, depois como não quis dar parte de fraco fui até ficar num estado de exaustão que a técnica ficou assustada...

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terça-feira, 22 de março de 2011

Semana 12/2011 - #01

Após duas semanas de paragem foi com expectativa que fui dar umas passadas. Bastaram pouco mais de 500 metros para sentir exactamente as mesmas sensações de incómodo na zona pubica e virilhas...

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TER (21/MAR) 22h20 (14,0º)
Parque da Várzea
Nike Vomero 5

4,32 km | 20:00 | 4:38/km
(4:59 / 4:44 / 4:34 / 4:27 / [0,32km] 4:07)

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quarta-feira, 16 de março de 2011

ASICS Foot ID

Já algum tempo que tinha vontade de fazer um exame de análise aos pés, e assim que tive conhecimento da iniciativa da ASICS não hesitei em inscrever-me numa das sessões marcadas para amanhã no El Corte Inglés.

O que é o FOOT ID?

Encontrar o par de sapatilhas de corrida ideal é como encontrar um parceiro de corrida para o resto da vida. Só existe uma verdadeira boa sapatilha de running: a que se adapta ao seu pé. A ASICS criou o teste Footscan: um sistema de análise do seu pé em 3D. Para poder recomendar a sapatilha que melhor se adapta a cada pessoa, a ASICS desenvolveu um novo sistema de análise do pé, o Foot ID, desenvolvido pelo seu Centro de Pesquisa Mundial em Kobe – Japão. Esta ferramenta tridimensional consegue integrar claramente dados podológicos que outros sistemas não conseguem e contem mais de 5000 medidos em toda a Europa. Um especialista da ASICS irá medir o seu pé através da ajuda de um scanner composto por 4 lazeres e 8 câmaras. Tudo é analisado, desde o comprimento e à altura do pé, passando pela largura do calcanhar. Todos os dados recolhidos permitem analisar os pés e estabelecer um perfil preciso. O sistema revela qualquer desvio em relação ao pé “comum”. Analisa as pegadas e calcula o ângulo do tendão de Aquiles através de uma imagem bidimensional da parte de trás do pé.

Inscrição: 10€ (Um voucher no valor de 10€ a valer num par de sapatilhas de running da ASICS à sua escolha, de valor mínimo de 100€, ser-lhe-á entregue aquando o seu teste).




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terça-feira, 15 de março de 2011

Álvaro Silva

Por causa da leitura do «The Perfect Distance: Ovett and Coe: The Record Breaking Rivalry» dei comigo a ir ao youtube procurar vídeos de outro personagem do meio fundo curto britânico dos finais dos anos 80, o Peter Elliott!

E eis que encontro um vídeo de uma eliminatória do campeonato do mundo de 1987, em Roma, com o Álvaro Silva a bater o recorde nacional dos 800 metros da altura (1.45,63).



No ano seguinte, na meia final dos Jogos Olimpicos de Seoul melhoraria essa marca (1.45,12) e se por acaso o Johnny Gray tem facilitado a corda teria sido finalista.


(a meia final começa aos 2:31 do vídeo)

Apesar do Rui Silva ter conseguido baixar do 1.45, nunca mais tivemos um oitocentista com esta pinta! Dava gosto ver a forma como combinava velocidade com suavidade. No único despique "mano a mano" que fizemos - um Grande Prémio do Natal de...8 km...eheheh - ganhou-me, mas o que me ficou atravessado foi perder (coisa difícil) ao ping-pong :-)

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