domingo, 12 de dezembro de 2010

Época 10/11 | 2º Ciclo | Sem.4/10

REALIZADO:

DOM (12/DEZ) 9H20 (12,5º)
Parque da Várzea
Nike Vomero 5

12,0 km | 57:59 | 4:50/km
(5:19 / 5:02 / 4:46 / 4:42 / 4:44 / 4:45 / 4:48 / 4:52 / 4:51 / 5:00 / 4:42 / 4:28)

+ alongamentos

***

SAB (11/DEZ) 10H20 (17,5º)
Parque desportivo de Mafra
Nike Vomero 5 / Puma Allround

aquec: 4,0 km | 20:11 | 5:03
(5:22 / 5:03 / 4:57 / 4:50)

séries: 1000m + 600m + 300m (pausa 4')
(3.06,1 / 1.48,8 / 50,5)

parciais dos 1000m: (200m) 35,1 / (400m) 72,5 / (500m) 1.31,2 / (600m) 1.49,9 / (800m) 2.28,0 / (1000m) 3.06,1

detalhe a cada 200m: 35,1 / 37,3 / 37,5 / 38,1 / 38,1

detalhe a cada 500m: 1.31,2 + 1.34,9

parciais dos 600m: (200m) 33,5 / (400m) 70,4 / (500m) 1.29,5 / (600m) 1.48,8

detalhe a cada 200m: 33,5 / 36,9 / 38,4

parciais dos 300m: (200m) 32,3 / (300m) 50,5

recup: 2,0 km | 11:16 | 5:38/km
(5:56 / 5:20)

QUI (09/DEZ) 21H45 (17,5º)
Parque da Várzea
Nike Vomero 4

9,0 km | 42:12 | 4:41/km
(5:05 / 4:49 / 4:47 / 4:44 / 4:45 / 4:39 / 4:40 / 4:34 / 4:11)

+ técnica de corrida (1,42 km / 12:00)

+ 5 retas

***

TER (07/DEZ) 22H005
Parque da Várzea
Asics Stratus 2

aquec: 4,0 km | 19:32 | 4:53/km
(5:01 / 4:48 / 4:41 / 5:02)

rampas: 2x(4x300m) pausa 200m/600m a trote
(acumulado: 4,59 km | 21:35 | 4:42/km)

1ª rampa: 51,6 | 294m | 2:55/km
1ª pausa: 1:36 | 251m | 6:24/km
2ª rampa: 55,0 | 319m | 2:53/km
2ª pausa: 1:39 | 240m | 6:53/km
3ª rampa: 55,1 | 309m | 2:58/km
3ª pausa: 1:41 | 240m | 7:00/km
4ª rampa: 56,3 | 311m | 3:01/km

pausa: 4:14 | 644m | 6:34/km

1ª rampa: 54,8 | 309m | 2:57/km
1ª pausa: 1:39 | 246m | 6:44/km
2ª rampa: 56,6 | 315m | 2:59/km
2ª pausa: 1:40 | 239m | 7:01/km
3ª rampa: 56,6 | 311m | 3:02/km
3ª pausa: 1:45 | 246m | 7:05/km
4ª rampa: 54,1 | 309m | 2:55/km

recup: 2,0 km | 11:28 | 5:44/km
(6:03 / 5:5:26)

***

PLANEADO:

TER (07/DEZ)
4,0 km (aquec) + rampas: 3x(4x300m) com pausas a trote de 200m entre repetições e 600m entre grupos + 2,0 km (recup)

QUI (09/DEZ)
9,0 km + técnica de corrida + 6 retas

SAB (11/DEZ)
4,0 km (aquec) + séries: 1000m + 600m + 300m + 150m + 2,0 km (recup)

DOM (12/DEZ)
12,0 km + alongamentos

***

domingo, 5 de dezembro de 2010

Época 10/11 | 2º Ciclo | Sem.3/10

REALIZADO:

DOM(05/DEZ) 19H00 (16,0º)
Parque da Várzea
Nike Vomero 5

13,0 km | 59:54 | 4:37/km
(5:03 / 4:50 / 4:46 / 4:39 / 4:45 / 4:42 / 4:41 / 4:36 / 4:25 / 4:30 / 4:23 / 4:20 / 4:14)

***

SAB (04/DEZ) 21H10 (10º)
Torres Vedras
Nike Vomero 5 / Adidas Adizero Boston

aquec: 4,0 km | 22:31 | 5:38/km
(5:32 / 5:38 / 5:27 / 5:55)

competição: 1,56 km | 5.20,8 | 3:26/km
(3:17 / [559m] 3:40)

recup: 2,0 km | 11:25 | 5:43/km
(6:08 / 5:18)

***

QUI (02/DEZ) 21H45 (9,5º)
Parque da Várzea
Asics Stratus 2

aquec: 4,50 km | 22:06 | 4:55/km
(5:24 / 5:10 / 4:54 / 4:27 / [499m] 4:25)

séries: 2x(4x200m) pausa 50''/3'
(média: 32,8 / 194m)

1ª série: 31,1 | 187m | 2:46/km
pausa: 50,8 | 102m
2ª série: 31,8 | 189m | 2:48/km
pausa: 50,6 | 111m
3ª série: 33,1 | 199m | 2:46/km
pausa:49,6 | 100m
4ª série: 33,3 | 191m | 2:54/km

pausa: 2.59,4 | 407m

1ª série: 32,2 | 198m | 2:42/km
pausa: 49,2 | 97m
2ª série: 33,8 | 193m | 2:55/km
pausa: 50,5 | 99m
3ª série: 33,8 | 202m | 2:47/km
pausa:49,6 | 89m
4ª série: 33,9 | 190m | 2:58/km

recup: 2,0 km | 12:08 | 6:04/km
(6:21 / 5:48)

OBS: uma coisa é jantar e a seguir ir rolar, outra é ir fazer séries...foi uma sorte a meio do treino o jantar não ter vindo cá para fora...

***

TER (30/NOV) 22H30 (8,5º)
Parque da Várzea
Nike Vomero 5

9,0 km | 40:30 | 4:30/km

+ alongamentos

+ 6 rectas

***

PLANEADO:

TER (30/NOV)
9,0 km + alongamentos

QUI (02/DEZ)
4,0 km (aquec) + 2x(4x200m) pausa 50''/3' + 2,0 km (recup)

SAB (04/DEZ)
4,0 km + competição milha + 2,0 km (recup)

DOM (05/DEZ)
12,0 km + alongamentos

***

sábado, 4 de dezembro de 2010

Milha S. Silvestre de Torres Vedras | Crónica

A prova desta noite foi encarada como um teste de aferição do meu actual nível atlético. Os resultados obtidos nas distâncias longas (campeonato nacional de 10.000m e meia maratona da nazaré) revelaram uma evolução simpática face ao ano passado.

Subsistia a dúvida quanto a distâncias mais curtas. O resultado que obtive revela que neste capítulo não houve melhoria, bem pelo contrário. Registei no meu garmin o tempo de 5:20 para 1,56 km (3:26/km), enquanto que no ano passado registei 5:13 para 1,59 km (3:17/km). É certo que este ano o frio e a chuva poderão ser vistos como atenuantes, mas não explicam tudo.

O ano passado, por esta altura, a base do meu treino era os footings rápidos, o que provavelmente me deixou melhor preparado para provas com distâncias curtas.

Com o campeonato nacional de veteranos em pista coberta à porta, há que dar corda aos sapatos e reforçar os treinos de intervalado curto (séries de 200m / 300m / 400m), provavelmente já vou tarde se o campeonato se realizar daqui a duas semanas...

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Prova Juv / Jun / Sub-23 / Sen Masc:
1º - 4.41,0 - Luis Francisco (Carregueirense) [Sen]
2º - 4.52,1 - João Brás (Torrense) [Sub-23]
3º - 5.16,6 - André Jorge (Carregueirense) [Juv]
4º - 5.21,2 - Nuno Sebastião (Ponterrolense) [Sen]
5º - 5.40,7 - João Bernardes (Carregueirense) [Sen]
6º - 5.43,9 - Fábio Ferreira (Carregueirense) [Sub-23]
7º - 5.48,1 - Bruno Clemente (Carregueirense) [Sen]
8º - 5.50,8 - Mário Santos (Ponterrolense) [Sen]

Prova Veteranos Masc:
1º - 5.05,6 - Luis Silva (Ponterrolense) [Vet.1]
2º - 5.18,5 - António Coelho (Fonte Grada) [Vet.1]
3º - 5.26,3 - Luis Gomes (Fonte Grada) [Vet.1]
4º - 5.35,4 - Luis Santos (Torrense) [Vet.1]
5º - 5.42,0 - Luis Rebelo (Carregueirense) [Vet.2]
6º - 5.47,7 - António Inácio (Ponterrolense) [Vet.3]
7º - 5.55,7 - Fernando Guerra (Ponterrolense) [Vet.2]
8º - 6.13,0 - José Caldas (Ponterrolense) [Vet.4]

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domingo, 28 de novembro de 2010

Cross de Torres Vedras / Corta-Mato Matos Velhos | Crónica

Dez quilómetros num percurso como o do Cross de Torres Vedras põe a nu a minha falta de preparação específica para corta mato (nem o facto do Parque da Várzea ser a minha segunda casa me valeu). As constantes mudanças de tipo de piso, mole na relva e rijo na terra batida, acentuadas pelas curvas em gancho, fizeram com que tivesse dificuldade em gerir o ritmo da prova. Ainda assim fiquei satisfeito com o resultado final (dados garmin: 11,23 km a 3:52/km). Os meus dois objetivos foram atingidos. Terminei a prova...e o Licínio Pimentel não me deu duas voltas de avanço :-)



[classificações aqui]

Fotos da prova (site AMMA) [aqui]

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Época 10/11 | 2º Ciclo | Sem.2/10

REALIZADO:

DOM (28/NOV) 11h30
Parque da Várzea
Nike Vomero 5
Adidas Adizero Boston

aquec: 2,13 km | 12:05 | 5:41/km

competição: 11,23 km | 43:20 | 3:52/km
(3:26 / 3:41 / 3:45 / 3:57 / 3:51 / 4:01 / 3:58 / 3:50 / 3:58 / 4:03 / 3:57 / [231m] 3:57)

recup: 1,0 km | 5:58

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SAB (27/NOV) 10h25
Parque da Várzea
Nike Vomero 5

5,0 km | 23:45 | 4:45/km
(4:47 / 4:52 / 4:39 / 4:48 / 4:39)

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QUI (25/NOV) 22H00 (8,5º)
Parque da Várzea
Nike Vomero 4

9,0 km | 41:36 | 4,37/km
(5:00 / 4:37 / 4:32 / 4:34 / 4:29 / 4:19 / 4:52 / 4:48 / 4:26)

+ 6 rectas

***

TER (23/NOV) 22H15 (11,0º)
Parque da Várzea
Asics Stratus 2

aquec: 4,0 km | 20:27 | 5:07/km
(5:18 / 4:59 / 4:57 / 5:13)

rampas: 6x600m (pausa 600m a trote)
(acumulado: 6,77 km | 31:26 | 4:39/km)

1ª rampa: 2.17,4 | 588m | 3:53/km
1ª pausa: 3:37 | 637m | 5:40/km
2ª rampa: 2.16,9 | 600m | 3:48/km
2ª pausa: 3:38 | 635m | 5:44/km
3ª rampa: 2.14,3 | 600m | 3:44/km
3ª pausa: 3:39 | 639m | 5:43/km
4ª rampa: 2.11,4 | 602m | 3:38/km
4ª pausa: 3.40 | 631m | 5:48/km
5ª rampa: 2.08,7 | 606m | 3:32/km
5ª pausa: 3.42 | 635m | 5:49/km
6ª rampa: 2.03,1 | 594m | 3:27/km

recup: 2,0 km | 10:49 | 5:25/km
(5:30 / 5:20)

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PLANEADO:

TER (23/NOV)
4 km (aquec.) + rampas: 6x600m (pausa 600m a trote) + 2 km (recup).

QUI (25/NOV)
9 km +

SAB (27/NOV)
4,0 km (aquec) + 1 x 1000m + 2 km (recup.)

DOM (28/NOV)
competição: Cross de Torres Vedras

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domingo, 21 de novembro de 2010

Época 10/11 | 2º Ciclo | Semana 1/10

REALIZADO:

DOM (21/NOV) 19H25 (13,0º)
Parque da Várzea
Nike Vomero 5

13,0 km | 1:00:49 | 4:41/km
(5:14 / 4:57 / 4:48 / 4:42 / 4:37 / 4:42 / 4:37 / 4:35 / 4:36 / 4:31 / 4:23 / 4:31 / 4:37)

***

SAB (20/NOV) 19:05
Parque da Várzea
Saucony Paramount 2 (aquec. e recup.)
Nike Skylon (circuitos)

aquec: 4,0 km | 20:37 | 5:09/km
(5:18 / 5:07 / 5:04 / 5:09)

circuitos: 3x2000m (pausa 3' a trote)
(acumulado: 7,08 km | 28:59 | 4:06/km)

detalhe_1:
1º circuito: 7:31 | 1,98 km | 3.48/km
1ª pausa: 3:02 | 504m | 6:02/km
2º circuito: 7:40 | 2,03 km | 3:47/km
2ª pausa: 3:03 | 488m | 6:16/km
3º circuito: 7:35 | 2,05 km | 3:42/km

detalhe_2:
1º 2000m: 7.35,9 (3.45,8 / 3.50,1)
2º 2000m: 7.33,9 (3.47,6 / 3.46,3)
3º 2000m: 7.24,9 (3.41,6 / 3.43,3)

recup: 2,0 km | 10:57 | (5:29/km)
(5:40 / 5:17)

obs: Já a pensar na próxima prova, o Cross de Torres Vedras...a propósito, o objetivo é fazer melhor que no ano passado, ou seja, acabar!...e, vá lá, tentar não levar duas voltas do vencedor:-).

Mas como dizia, já a pensar na próxima prova, em vez de fazer os 2000m como habitualmente, cerca de duas voltas planas no Parque da Várzea, optei por fazer os 2 km na Várzea replicando em grande parte o percurso serpenteante do Crosse de Torres Vedras, enfrentando as ligeiras subidas e descidas.

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QUI (18/NOV) 21H40
Parque da Várzea
Nike Vomero 5

9,0 km | 39:17 | 4:22/km
(4:43 / 4:26 / 4:13 / 4:13 / 4:05 / 4:06 / 4:39 / 4:33 / 4:20)

+ 6 rectas

***

TER (16/NOV) 22H00
Parque da Várzea
Nike Vomero 5

11 km | 1:00:25 | 5:30/km
(4:55 / 5:00 / 5:11 / 5:32 / 5:11 / 4:59 / 4:45 / 6:29 / 6:31 / 5:54 / 5:56)

***

PLANEADO:

TER (16/NOV)
9 km + alongamentos

QUI (18/NOV)
9 km + 6 rectas

SAB (20/NOV)
4 km (aquec) + 3x2000m (pausa 3') + 2 km (recup)

DOM (21/NOV)
12 km + alongamentos

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Rosa Mota | retrospectiva da carreira na RW espanhola


É sempre bom saber que os outros também apreciam os nossos campeões :-)

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MITOS DEL ATLETISMO
Rosa Mota, el talento luso de las grandes ocasiones


La oficialización del maratón femenino en los primeros años 80 posibilitó grandes duelos entre las mejores especialistas de la década: Grete Waitz, Joan Benoit e Ingrid Kristiansen, tuvieron una temible competidora en la portuguesa Rosa Mota, la primera campeona europea.

Grete Waitz, 1ª campeona mundial, Joan Benoit, 1ª campeona olímpica, e Ingrid Kristiansen, la plusmarquista mundial, tuvieron una temible competidora en la portuguesa Rosa Mota, la 1ª campeona europea y una atleta especial. Pese a no disfrutar jamás de la posesión de un récord del mundo, Mota se distinguió por no fallar casi nunca en las grandes citas, amén de enganchar una ristra incontestable de triunfos que en apenas 3 años la convirtió en campeona europea, mundial y olímpica. Rosa Mota (Foz do Douro, 1958) fue junto con la noruega Waitz la mejor especialista de la época y tal vez la mejor competidora.

1982:
Año de los Europeos de Atenas, Mota, una pluma de 1,57 m y 45 kg, participó en el 1º maratón de la historia en campeonato oficial alguno. La dificultad extra estribaba en que se trataba también del 1º maratón de su vida. Hasta entonces, Mota era relativamente conocida en Portugal como corredora de largas distancias, pero su rendimiento en un maratón era una incógnita. En 1981 se había apuntado la victoria en la San Silvestre de Sao Paulo y hasta entonces participaba sobre todo en carreras de campo a través de la mano de su primer y único entrenador de toda su carrera, Pedro Pedrosa. Aún así, la portuguesa se impuso en la capital griega a la noruega Ingrid Kristiansen, la gran favorita, y conquistó la medalla de oro en 2:36:04. La italiana Fogli fue 2ª (2:36:29) y la citada Kristiansen, 3ª (2:36:39).

1983:
Mota gana también su 2º maratón en Rotterdam (2:32:27), pero cede ante Grete Waitz en el Mundial de Helsinki (entró 4ª). 2 meses después gana el Maratón de Chicago con mejor marca personal (2:31:12).

1984:
El 5 de agosto, fecha en que se disputa en Los Angeles el primer maratón femenino olímpico de la historia, Mota obtiene una valiosa medalla de bronce (2:26:57, nueva plusmarca personal) bajo unas infernales condiciones de humedad en una prueba en la que la arriesgadísima estrategia de Benoit (se escapó desde el principio y ganó en 2:24:52) dejó a Waitz sin la gloria olímpica (2:26:18). 2 meses después, revalida triunfo en Chicago. Es decir, en un par de años, partiendo de la nada y en sólo 5 maratones, Mota es campeona de Europa, bronce olímpico y vencedora en Chicago y Rotterdam. La efectividad empieza a ser su tarjeta de visita…

1985:
El único maratón que Mota disputó en 1985 fue el de Chicago. No pudo conseguir su 3º triunfo consecutivo, pues la campeona olímpica Joan Benoit y la noruega Kristiansen entraron respectivamente 1ª y 2ª, relegándola al 3º puesto. Paradójicamente, Mota marcó en esta carrera el mejor tiempo de su vida: 2:23:29. El crono de Benoit fueron unas increíbles 2:21:21.

1986:
La portuguesa acude decidida a Stuttgart para renovar su cetro continental, cosa que logra con maestría; a los 10 km se pone en cabeza para, paulatinamente, ir alargando la diferencia hasta el final: oro con 2:28:38 y más de
4 minutos sobre la 2ª clasificada (Laura Fogli, 2:32:52) y casi 6 sobre la 3ª (la soviética Ekaterina Jramamenko, 2:34:18). Y a finales de año, logra su 6º triunfo consecutivo en la San Silvestre de Sao Paulo. Sin embargo, Rosa Mota es considerada como la estrella menor del cuarteto dominador de la distancia de Filípides. Al fin y al cabo, no es ni campeona mundial, ni campeona olímpica, ni plusmarquista mundial.

1987:
Mota decide irrumpir en una nueva dimensión. Beneficiada por las circunstancias (Kristiansen decide competir en 10.000 m, Benoit es baja por maternidad y Waitz está lesionada), la portuguesa afronta en Roma una durísima prueba (73% de humedad). Pese al terrible índice, Mota atacó a los 5 km. Sólo la australiana Lisa Martin aguantó su ritmo 21 km más. Como resultado, el oro de Rosa Mota en Roma (2:25:17) comportó una diferencia abismal respecto a la 2ª clasificada: la soviética Zoya Ivanova entró en meta 7' 21'' después, la diferencia más grande jamás lograda en unos mundiales o Juegos Olímpicos.

1988:
El reto de Mota es grandioso: conquistar el oro olímpico en Seúl y convertirse así en el primer ser humano en ostentar simultáneamente los títulos europeo, mundial y olímpico de maratón. Antes de la final olímpica coreana, Rosa corre un único maratón, que por supuesto gana: la prestigiosa carrera de Boston (2:24:30). El 23 de septiembre y ya en Seúl, las tortuosas condiciones dejan a Roma en un paraíso: 92% de humedad y ni una sola sombra en todo el recorrido. Rosa Mota capta enseguida el mensaje de los elementos: pese a ser la favorita, no se descuelga de inicio como de costumbre, sino que se resguarda en el pelotón de cabeza compartiendo las funciones de liderazgo. Aun así el ritmo es impresionante; estamos en año olímpico y todo el mundo se ha preparado excelentemente. A los 10 km el pelotón de cabeza lo componen 21 corredoras. A los 20 km 13 y a los 30 km sólo 4: la aussie Lisa Martin, la alemana oriental Katrin Dorre y la soviética Tatiana Polovinskaya, quien en el km 36 queda descolgada. 2 km después, Rosa aprieta. En el 40 ya logra 14'' de ventaja respecto a Martin y Dorre, diferencia que mantiene hasta la línea de meta: oro con 2:25:40. Martin se hizo con la plata (2:25:53) y Dorre con el bronce (2:26:21). Rosa Mota está en la cúspide; de 13 maratones disputados en su vida, ha ganado 10. Y los 6 últimos, seguidos.

1989:
Año modesto para Mota, pues no logra terminar el maratón de Osaka y tampoco gana el de Los Angeles (2ª en 2:35.27).

1990:
La lusa se desquita el 28 de enero en Osaka (vence en 2:27.47) y el 16 de abril gana su 3º Maratón de Boston con el tiempo más rápido de todo el año: 2:25.24. Para cuando llegan los Europeos en Yugoslavia, Mota vuelve a estar plena de moral y emplea la misma táctica que en Roma ’87: abre una brecha de 10'' antes de que los participantes abandonen el estadio de Split. La diferencia llega a incrementarse hasta 1' 43'' a los 20 km y todo parece decidido a favor de la multicampeona. Pero Rosa descubre que el recorrido por la capital dálmata tiene sus muros: la soviética Valentina Yegorova le da alcance en el km 35. Entonces Mota tiró de casta y volvió a abrir otra brecha, ya mínima. El resultado se saldó con el 3º oro continental para Rosa Mota (2:31:27). Yegorova, plata (2:31:32) y la francesa Lelut, bronce (2:35:51).

1991:
Sus problemas de ciática se intensificaron y, pese a imponerse en el maratón de Londres, no pudo concluir el de los mundiales de Tokyo ’91.

1992:
Tras retirarse de la prueba en la capital británica, la mejor deportista portuguesa de todos los tiempos decidió retirarse de la alta competición.

Por SERGIO HERNÁNDEZ-RANERA.

retirado do site http://www.runners.es/

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